POR QUE O PORTAL ??

Este Blog retrata a difícil convivência com alguém que optou pelo caminho errado em busca do prazer da droga. Sofri sentindo os efeitos de uma doença tão perigosa quanto à dependência química: a Co-Dependência. Passei por muitos sofrimentos e vitórias. Por experiência própria vivida, sei exatamente quais os traços de comportamento, sinais da abstinência, como identificar um adicto por ter convivido tão de perto com este problema . Espero com isso poder levar ajuda a muita gente, transmitindo mais e mais informações sobre este assunto que em minha opinião é tão pouco divulgado.

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"Saiba reconhecer alguns sinais do uso de drogas" - Rádio Estadão AM1290 - com Fabíola Pece

terça-feira

É possível tratar a dependência química pelo SUS ?

A Síndrome de Dependência de cocaína/crack é uma doença complexa que requer tratamento contínuo e especializado.
Na verdade, não basta apenas uma equipe preparada para ajudar; é importante a participação efetiva dos familiares e do próprio paciente durante o processo de recuperação.
Infelizmente, recaídas e lapsos são comuns durante o tratamento, No entanto, através do tratamento rigoroso, o paciente e os familiares vão “aprendendo” como evitar futuras falhas na aderência às recomendações da equipe.
A internação seja em clínicas especializadas ou em hospitais gerais requer indicação médica precisa. É uma das modalidades de tratamento e deve ser sempre realizado por profissionais especializados, respeitando as evidências científicas internacionais de efetividade. 

Quando internar?

As principais indicações para internação de pacientes portadores de Síndrome de Dependência de substâncias psicoativas são:

a) Overdoses;

b) Graves síndromes de abstinência;

c) Presença de grave complicação clínica de outras doenças;

d) Incapacidade de manter-se abstinente em tratamento ambulatorial;

e) Grave exposição social;

f) Ideação suicida;

g) Hetero-agressividade

É comum em casos difíceis, quando o paciente não atinge resultados satisfatórios, que os familiares e o próprio paciente apontem a equipe médica como ineficaz. No entanto, o tratamento é uma via de mão dupla: os bons resultados dependem da adequada interação entre o profissional de saúde e os familiares / pacientes. Os dois lados têm o seu papel e a sua função. Imagine, por exemplo, que o médico prescreve um tratamento ao paciente, bem como aos seus familiares, e o paciente não segue corretamente as recomendações dos profissionais da saúde. Isso significará falha terapêutica.
Converse com a equipe que trata o seu familiar e apresente as suas dúvidas e preocupações. Isso será muito bem-vindo no processo do tratamento, beneficiando a todos.

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